Sobre toda a escuridão que a noite permite
Costumo sentir inveja dos arbustos
Que não tem consciência desse mundo
Mas hoje, dançando sobre as pedras
Vejo inveja neles
Em como se movimentam de acordo com o vento
E eu posso ir contra
Quebrando esse sopros gélidos
E observando as estrelas
Todos me observando
Sem ninguém me observar
Me sinto livre