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No dia em que se comemora o Dia das Vítimas do Holocausto, não podia deixar de escrever sobre Auschwitz.

No final de 2016, motivado pelo contexto mundial em que nos encontramos, achei que seria a altura certa para visitar Auschwitz. Acabei por fazê-lo no final do Verão de 2017.

Acabei por nunca falar muito sobre o tema, para além das fotos que partilhei na altura, no Instagram, mas que não transmitia muito mais do que era possível ver nas fotos, cuja selecção foi feita com critério e cuidado, por respeito às vítimas e ao espaço.


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Sim, chegou o momento de falar do fim do “Headphone Jack”.

Quando avancei para o iPhone 7 Plus, já tinha realizado o upgrade dos “headphones” que me acompanham.

Logo após a apresentação, comecei a preparar o terreno para fazer a transição dos habituais “headphones” de cabo para Wireless.

Na mesma apresentação, a Apple lançou os Airpods (e os Beats X). Apesar da dúvida, acabei por escolher um dos concorrentes, os Jaybird X3, que têm uma aplicação absolutamente brutal, que permite a personalização do sound design dos Jaybird.


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Como foi possível chegar até aqui?

Como saberão, há cerca de duas semanas, realizou-se na Catalunha, o polémico (e ilegal — é importante não esquecer este facto) referendo com o objectivo de medir a vontade dos catalães optarem ou não pela independência.

Mas a pergunta que eu não consigo ter resposta é: “Como chegámos até aqui?”

Não querendo fazer uma revisão da História de Espanha (que pouco conheço), tal como Portugal, Espanha tem uma jovem democracia, pós-General Franco (1977), mas com uma escala e uma complexidade geográfica e social bem diferente da realidade portuguesa e até mesmo violenta.

Durante anos, eram recorrentes os atentados terroristas liderados pela ETA e a luta separatista do Batasuna no País Basco. Espanha superou esse desafio e nunca como agora se conseguiu viver um período tão pacífico. …


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35 anos depois, estreou a inesperada (pelo menos para alguns) sequela do filme de culto de Ridley Scott. Aqui fica a minha humilde análise… sem spoilers.

Desde sempre guardei na minha memória (e sim, acho que era real), não só a banda sonora épica de Vangelis, mas especialmente os cenários absolutamente futuristas, com os carros voadores, look & feel industrial e billboards que superavam tudo aquilo que podíamos ver nos anos 80 em Times Square. Afinal de contas, nos anos 80, o ano de 2019, parecia um futuro muito distante.

Não sei porquê, também guardei para sempre a imagem final dentro do carro futurista, com a música de Vangelis em fundo.

Era demasiado pequeno para compreender a genialidade e o verdadeiro sentido da história e argumento do filme original de 1982 e mesmo assim, recordo-me de o ver várias vezes. Sim… apesar de haver apenas 2 canais, a programação era melhor e mais diversificada. …


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Quem me conhece e acompanha, conhecerá a minha paixão por automóveis, pelo desporto automóvel e pela F1. Pela 1ª vez, em 2017, marquei presença em 2 Grandes Prémios. As comparações são inevitáveis.

Uma vez que Portugal continua e continuará sem Grande Prémio de F1 por muitos e bons anos (apesar da abordagem feita pelo promotor do Circuito de Portimão à Liberty Media, detentora dos direitos da F1), gostaria de dar a minha visão daquela que poderá ser, para já, a melhor alternativa ao Grande Prémio de Portugal.

Em 2015, tomei a decisão de ir pela primeira vez a um Grande Prémio de F1. A escolha era mais ou menos evidente. Barcelona.

O alojamento foi através do AirBnb, viagem marcada pela Vueling entre 6ª feira (dia dos treinos livres) e domingo (dia da corrida) e o trajecto até ao Circuit de Barcelona-Catalunya era realizado de comboio, no meio da verdadeira armada inglesa, que invade Montmeló. Como nunca tinha ido a Barcelona, ainda houve um esforço para conhecer um pouco da cidade (ainda hoje estou a pagar esse esforço, com uma lesão no tendão de Aquiles direito). …


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Os rumores já apontavam nessa direcção, mas a Apple acabou mesmo por lançar o iPhone X com uma “franja”. Lá fora, é conhecido como “notch”.

Antes de avançar, gostar de vos questionar, na imagem acima, se conseguem identificar claramente cada um dos equipamentos apresentados?

Aposto que terão dito imediatamente que o equipamento ao centro é o iPhone X. Precisamente por causa da “franja”, do “notch”.


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Estamos em Setembro, aquele que se tornou o mês de lançamento de novos iPhones e não podia deixar de fazer uma breve review dos novos iPhones.

Quis o destino que eu estivesse em Cracóvia na Polónia no passado dia 12 de Setembro e acabei o final de tarde à procura de um bar/restaurante que permitisse ter Wifi para assistir à keynote no meu iPad mini, enquanto os ingleses que enchiam o espaço estavam mais interessados no Barcelona — Juventus e no Manchester United — Basel.


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O último post que publiquei na web, digno de registo e que não seja nas redes sociais, remonta a 9 de Janeiro. Janeiro! Acho que está na altura de regressar.

O post em causa, era dedicado ao 10º aniversário do lançamento do iPhone, marcado por aquela que seria a mais icónica apresentação do Steve Jobs. 9 meses depois desse post, a Apple lança o iPhone 8, quebrando a tradição dos modelos S e lança o iPhone X (ten), apresentando-o como o modelo que vai marcar o iPhone (e os smartphones) nos próximos anos.

Sendo o iPhone, um objecto que acaba por marcar um pouco o meu quotidiano (se calhar estou a ser muito modesto nesta análise), achei que seria uma boa altura para voltar. Até porque estava a ser picado por uns e inspirado por outros, para o fazer. …


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Hoje de manhã, cruzo-me com uma das colunas de opinião do Observador, da autoria da Maria João Marques de me deixou perplexo.

Para que não haja dúvidas, deixo-vos um link para o artigo original e uma cópia integral do texto.

A geringonça que aprovou a dedução nos impostos para despesas com animais de estimação foi a mesma que aumentou o IRS para muitas famílias com filhos ao anular o quociente familiar do governo anterior

Leiam-me lá num daqueles textos sobre vários assuntos, aparentemente sem nada em comum além da capacidade de nos deixarem boquiabertos durante uns minutos.

O primeiro: o governo e toda a esquerda (com abstenção do PSD e votação contra do CDS) decidiram a possibilidade de descontar no IRS 15% do IVA, até 250€, pago com as despesas de veterinário dos animais de estimação. …


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Como a chegada do Netflix a Portugal nos colocou finalmente a falar sobre a televisão que teremos no futuro.

Nem de propósito, o dia 21 de Outubro de 2015, também conhecido como o dia “Back to the Future”, ficou marcado em Portugal pelo lançamento oficial de uma das mais conhecidas plataformas de video on-demand: Netflix.

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iPhil

Blogger, Photographer, New Media, Podcaster | http://www.iphil.pt

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