o desejo irrefutável
Vanessa Negrão
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menina que treta vir comentar aqui no mídiummmm. mas vamo lá. eu também não entendo essas vibes de inveja. real oficial, não entendo. eu entendo desejar algumas coisas qeu eu certamente nasci desprovida, e o teu exemplo da cintura fina cai muito bem aqui: não tenho, não vou ter pq não me cabe, o que eu faço? trato na terapia. de resto, fica complicated. até pq se vc quer muito alguma coisa, migo, vai lá e dá seus pulo #meritocracia. mas num tenta arrancar do meu. só que como eu acredito nessas birocas de energia e os cacete invisível fica complicado pq eu não sei lidar bem com pessoas de olho nas minhas coisas. ceveje: tem uma pessoa ~do meu convívio~ que me copia bastante. chega a ser engraçado. eu corto o cabelo, 1 semana depois diz que quer cortar; eu começo uma atividade, fala que sempre quis fazer; eu faço tatulagi, aparece toda desenhada depois do fds. uma coisa de louco. mas ela rouba os meu cabelo, as minha atividadji, as minha tatulagi? não rouba. então eu deveria ficar de boa ca menina, coitada, né? mas eu num fico pois AS ENERGIA. tira o olho. num zica o meu. daí eu só não verbalizo essas coisas e sorrio e finjo demência, né? mas daí eu fico me perguntando aqui: quanto dessa pessoinha aí no exemplo é real oficial desejo dela? ou ela fica invejando tudo de todos — ou de um grupo — ali ao redorzinho dela e acaba roubando um tico de cada um e daí da nela? são questões, né. eu não sei. sei que me incomoda num grau sério. que eu quase não consigo fingir demência mais.

pra que esse comentário todo? num sei.

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