“Não me pede desculpas, só agradece!”
Andressa Faria de Almeida
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Acredito que parte disso é a forma como somos educadas sexualmente (ou não). A menina, a jovem é facilmente incriminada e desencorajada na descoberta sexual. Pouco se fala em casa, porque as mães também foram tratadas da mesma forma.

A mulher que goza, que gosta de sexo não é vista com “bons olhos”, é um componente perigoso para avaliação e instabilidade masculina. O corpo feminino é alvo de olhares, de prazer, as mulheres são musas inspiradoras, símbolos sexuais do sexo masculino. Como você tão bem colocou no seu texto, “ somos tratadas quase sempre como acessórios do prazer alheio e raramente somos vistas como protagonistas da nossa própria satisfação…”, o objeto de prazer que sente prazer e chega ao clímax muitas vezes intimida pela liberdade e aceitação de seu próprio corpo.

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