Taças trincadas

Riso, brindes e danças.

(Imagem: Frederico Infante)

Em certos momentos reservo o riso, porque as lágrimas guardo para os de imensa dor e certas situações não valem uma única secreção, nem o suor de minha testa.

Aos plágios da vida um sorriso, elevo a taça e o aviso, meu trabalho está bem feito ao ponto do decalque até mesmo do balanço das frases.

Sorrio ainda aos que menosprezam minha voz poética: é uma mulher que consegue fazê-los calar na calada da noite quando ninguém vê.

Aos que subestimam por não se contentarem com o que sabem dizer, uma voz no escuro-inseguro do ser.

Um brinde aos egos partidos, aos que não sabem lidar com o que não podem ter.


Tudo transformo em poesia, em tudo vejo arte. É difícil conviver, conversar, lidar, mas a gente vive apesar dos que nos querem ver por trás. Vivemos apesar de muito e de pouco. E mesmo nos momentos em que deveria abaixar a cabeça, vejo meus pés e lembro por onde andei e passei. E sei que assim como as feridas, a escrita também é algo único e particular. A voz por trás das letras, a face por trás da cortina do espetáculo é a mesma. Podem soltar os leões, eu os farei dançar.


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