Você teria um minuto para a “PALAVRA” de MOZART?

Esses dias, tenho andando muito nervosa e apreensiva com uma série de questões de cunho profissional e pessoal. E como eu gosto de procurar alternativas interessantes para lidar com as minhas questões, semana passada baixei um aplicativo muito interessante chamado DAILY YOGA ( olha o jabá gratuito, rs), que por sinal ainda não utilizei. Estava procurando meios de relaxar e descansar a cabeça, sabe ? E nessas minhas andanças e buscas, além desse aplicativo…resolvei experimentar ouvir música clássica.

Sim, ela mesma. Na infância, eu cheguei a ter algum contato com ela. Lembro que minha mãe trouxe para casa um cdzinho infantil que continha músicas dos mais renomados artistas desse gênero. O que eu mais achava interessante, era que além desse cdzinho, vinha um livrinho com as histórias dos músicos. A maioria teve uma morte triste ou morreu como indigente, vide o pobre Mozart. Ou foi acometido pelas doenças da época como tuberculose, tifo ou cólera. Beethoven era surdo e tinha um pai bêbado que o explorava desde tenra idade,Chopin pediu que seu coração fosse enterrado na Polônia e seu corpo na França,Tchaikovisky era uma criança mimada e temperamental. Essas são as poucas lembranças que tenho do livrinho.

Entretanto, o foco desse texto centra-se nos benefícios de se ouvir esse tipo de música. Confesso que me traz uma calma absurda e aumenta minha concentração também. Segundo um estudo da Universidade de Stanford, a música clássica ativa regiões cerebrais responsáveis pela emoção,autonomia e cognição. Além de afetar positivamente o humor e promover sensação de bem-estar.

Outrossim, favorece o aumento temporário de Q.I em adultos (Interessante, não?) e o incremento permanente no Q.I de crianças que aprendem música clássica. Talvez haja algum porquê científico para tal. Uma pesquisa publicada no períodico BMC Research Notes revela que nosso cérebro tende a gostar de músicas que soam complexas aos ouvidos, como as eruditas por exemplo.

Assim como um software, ele as comprime e as armazena, removendo todos os dados redundantes e desnecessários.Além disso, o cérebro descarta pouca coisa em relação a elas, havendo praticamente 100% de aproveitamento por assim dizer. Ademais,músicas clássicas dão mais trabalho para serem comprimidas, e por incrível que pareça, o cérebro prefere essa tarefa mais árdua. (Música clássica 1 x 0 LEPO LEPO).

Sabe aquele gostinho de dever cumprido, depois de ter terminado uma tarefa difícil? Nosso cérebro também age assim. Músicas simples são facilmente comprimidas e armazenadas e fatalmente se tornarão irritantes ou perderão a graça. Por isso que em determinado momento você simplesmente não aguenta mais ouvir aquele hit de carnaval ou aquele pagodinho chinfrim que toca no rádio.

Fonte: http://hypescience.com/o-cerebro-prefere-musica-classica/

http://www.saudenarotina.com.br/ouvir-musica-classica-saudavel/

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.