pé quente, cabeça fria.
Odoyà para os lábios que salgam com a presença
Odoyá para o caminho amparado
Odoyá para a graça e sutileza de mãe
Odoyá porque guarda, nutre e encaminha onde faz morada.
Olorum sabe de todas as coisas!
rio à forade que VALE o doce do capital no céu da boca?
a lama descendocobrindo e rendendoquem nunca teve partee que, com quase nada,perdeu até o que lhe faltava
Acordei de manhã com a ligação dessa delícia de gente:- Alô? Rita?- Não vovó, é Isa, cê ligou errado, o número da tia é outro da discagem rápida.- A vida faz essas coisas né minha filha? O bom é que sempre aproxima a gente, mesmo apertando o número errado.
Aperto o passo
taquicardia do descaso
Avisto meu prédio, aliviada
Mas minha carne é exposta
e
como tapete, pisada
O fim e o prelúdio metralhado
Desfaziam os nós dos embaraços,
daquela certeza guardada
e tempestade, pé d’agua
Aliada da pureza, jus ao coração que aciona
Alavanca, gatilho da vergonha
De ser parte, bem onde lhe faltava.