Porque movimentos sociais coletivistas são um lixo?

Lixo. É isso que a política produz.

Lixo. É isso que a política produz.

Movimentos sociais, as vezes parecem querer trazer libertação para as pessoas. Os reivindicadores de direitos vulgo, justiceiros sociais, na grande maioria das vezes, acham que estão prestando um serviço a comunidade. Mas se você parar para pensar e perceber, você vai descobrir como eles não só fornecem um serviço ruim para as pessoas mas, acabam gerando o contrário do que eles prometem.

-Mas como assim o contrário do que prometem? Eles não estão do lado das minorias e dos oprimidos?

Ok, vamos lá:

Em linhas gerais, o conceito de movimento social se refere à ação coletiva de um grupo organizado que objetiva alcançar mudanças sociais por meio do embate político, conforme seus valores e ideologias dentro de uma determinada sociedade e de um contexto específico, permeado por tensões sociais polarizadas.

Já que sabemos que movimentos sociais são pautados por ideias coletivistas, e se colocarmos a cabeça para raciocinar, concluímos que essas idéias são usadas para suprimir a liberdade dos indivíduos. Como assim?

Eu te explico:

Ideias coletivistas, são as ideias que tem por objetivo alcançar coletivos. Várias pessoas tem que estar de baixo da ordem desses pensamentos coletivizados, porque agora eles valem para todos, mesmo que sejam ideias burras disfarçadas de ideias “boas para todos”.

Exemplo: anti-semitismo ou anti-cristianismo.

Mas como se alcançam várias pessoas e se muda o pensamento delas para concordarem com ideias coletivizadas?

Atingindo ideologicamente os indivíduos que controlam a mídia, a sociedade, o governo, por meio de ativismo cultural-político.

Ou seja, esses ativistas políticos pedem “direitos” e mudam os valores individuais da população, mesmo que a forma de cobrança de direitos seja ilegítima, e que terceiros não concordem com as ideias.

Tá atrás de direitos?

Nada contra seus direitos, mas você tá mirando o alvo errado. Governo não vai te garantir nada, ele pelo contrário, só vai te escravizar ainda mais.

O simples fato de você existir no papel para o governo, pode até lhe dar alguns supostos direitos, porém, ao depender deles, mais uma vez, você se transforma num refém deste sistema nojento. Você se torna um bebê dependente das falcatruas e jogos políticos sujos que o estado promove.

Se é o caso, um dia você vai cair do cavalo.

O Brasil é uma terra fértil, mesmo com os políticos parasitas atrapalhando.

Ou você é capaz de se autossustentar ou você é refém desses burocratas.

Não existe meio termo. Por outro lado, cada um de nós somos os agricultores desta terra. Cabe a cada um plantar para colher. Trabalhar para ganhar. Sem plantio, não há colheita. Sem trabalho, não há desenvolvimento.

Independente de quem você seja, você é capaz de trabalhar e se autossustentar sem precisar de um governo te auxiliando e impondo regras.

Fácil? Quem disse isso?

Se um conseguiu, estatisticamente, todos podem conseguir ser livres.

-O que? Como assim? Justiceiros sociais só estão defendendo a liberdade de expressão e o combate ao preconceito por meios legais!

Na verdade não. Toda a ideia coletivista, implica em literalmente ditar o que é certo ou errado para terceiros.

Democracia e uma forma de autoritarismo por exemplo. É fato que no discurso democrático existem milhares de frases de efeito, dizendo que ela é para o povo. Mas na verdade não é. Democracia é ditadura de metade da população pensante, mais as pessoas desonestas ou pobres que se obrigam ase vender.

É a ditadura de 50% da população, mais um cretino vendido. Na democracia, depois que há polarização entre A e B, eu não posso pensar em querer Z.

Ou seja, no final, se A ganhar, as coisas vão ter que ser como A quer, mesmo que elas sejam erradas.

Afinal, o coletivista quer generalizar uma regra, e quer faze-la valer para todos.

Ou seja, coletivismo suprime a capacidade crítica individual das pessoas e substitui os pensamentos individuais, por coisas impostas por outras pessoas.

A livre iniciativa de pensamento fica suprimida pelo coletivismo, fazendo as pessoas aceitarem coisas impostas.

Como fazer as pessoas aceitarem essas coisas? Por meio do estado. Com seus exércitos e polícias, ele cria leis de forma não voluntária, e pode baixar uma regra que nem todos concordam.

De forma autoritária, obriga a aceitação dos interesses de determinado grupo, a todas as pessoas.

Fora isso tudo, o estado por si só não é legítimo, e incapaz de gerenciar tudo o que quer por um planejamento central, pois utiliza da ameaça de agressão a indivíduos pacíficos para espoliar bens.

Basicamente o estado é um bandido que coloca uma arma na sua cabeça e diz que vai fazer algo bom com o seu dinheiro e tudo o que ele faz é doutrinar uma população inteira para continuar a ser escrava.

Mas essa é a chave para o estado se manter:

MANIPULAÇÃO, COERÇÃO e ESPOLIAÇÃO DE BENS (roubo).

Mas o estado não é bom? As pessoas precisam ser governadas, caso contrario haverá caos!

Olha cara, se o estado fosse bom, ele dependeria da espontaneidade das pessoas, e não precisaria roubar elas. Ou seja, se os serviços do estado fossem bancados por iniciativas voluntárias, o estado não passaria de uma empresa privada.

Portanto, alcançando o controle das pessoas que controlam o “estado democrático de direito”, justiceiros sociais estão no controle. E o pior, eles conseguem isso por meio da engenharia social. Manipulam a opinião pública não só nos meios de comunicação de massa, como nas universidades, na cultura, nos ambientes virtuais, etc…

Esses justiceiros forçam as pessoas a concordarem com os seus pensamentos, e, se caso contrário, você tiver posições divergentes as deles, você vai receber punições do estado-pai.

Isso significa que essas ações não libertam ninguém, e na verdade, cria grupos com vontade de impor as suas ideias a terceiros. Em outras palavras, cria: TIRANIA.

Caridade não pode ser forçada, ela tem que ser voluntária. Se um ladrão me parar na rua, colocar uma pistola na minha cabeça, pedir todo o meu dinheiro, porém dizer que é para uma causa nobre, isso deixa de ser roubo? NÃO!

Esse ativismo por meio do estado distorce coisas fundamentais para o desenvolvimento de um indivíduo pensante: OPINIÃO.

Socialistas e estadistas são o maior câncer da história da humanidade, parece que descobriram a fórmula secreta de lavagem cerebral bem-sucedida (depois de já estarem tentando a décadas), que é o discurso do politicamente correto. É um discurso que mexe com o instinto social humano, por isso tem tanto impacto. Para as elites políticas, o que importa é adestrar o povo como animais os privando da razão, se vitimizando. O que importa para eles é que essa estratégia está funcionando e deixando o povo pobre e ignorante cada vez mais impotente para contra essas estratégias.

Continuando assim, teremos uma geração de robôs retardados que policiam o pensamento uns dos outros a cada segundo. A sociedade fica acusando um ao outro das coisas “erradas” em vez de botar a mão na massa e fazer algo certo.

Só falta um grande irmão, a novilíngua e o ministério do amor, da verdade, etc. (vide livro 1984 de George Orwell)

-Mas o que falar dos homofóbicos, racistas, trans fóbicos e xenofóbicos opressores? Movimentos sociais estão indo contra o preconceito das pessoas contra esses grupos! Eles são libertadores dos oprimidos!

Não! Apesar de justiceiros sociais se esconderam nessa mascara quase invisível de que estão “lutando a favor das minorias” eles não estão indo contra o preconceito, pois além de forçarem “certas pessoas” a fazerem algo que não querem, utilizam do mesmo “preconceito” que são “contra” para segregar pessoas que não são a favor de seus interesses. Hitler fazia isso com os Judeus. Esses movimentos taxam pessoas que não se alinham a esses interesses e ativismos políticos em “classes opressoras”.

Hitler acusava os Judeus de terem destruído a Alemanha assim como a esquerda e o PT acusam os caucasianos de olhos azuis por terem causado a pobreza no Brasil, sendo que foi o próprio governo quem fabricou ela.

Além de tudo isso, promovem MUITO o racismo, pois fazem questões banais virarem “problemas graves” e que “precisam de mudança urgente”. Isso dá desfoque a assuntos mais importantes como economia, filosofia e questões lógicas, e faz a população se inclinar para assuntos babacas.

A população como gado começa a pedir para o governo “direitos especiais” para pessoas consideradas “frágeis”, sendo que o governo que é a raiz do mal.

Isso além de ser uma forma de separar quem vai ter vantagem por raça (racismo), enche o saco de todo mundo, e faz todas as pessoas sentirem repulsa por quem defende essas merdas.

E é aí que entra a manipulação do discurso do “oprimido” e o “opressor”. Esquerdistas te chamam justamente do que eles próprios são. Racistas.

Exemplo de racismo disfarçado justiça social.
-Mas existem classes com problemas especiais, certo? Dividas históricas são uma delas. Como fazemos para compensar o que ocorreu no passado?

Lembrando que coletivismo não liberta pessoas, ele cria guerras entre esses coletivos criados, chamados “classes”. Exemplos:

Mulheres vs Homens; Gays vs heteros; Negros vs Brancos; Estrangeiros vs Nacionais; Empregados vs Empresários; etc…

Dividas históricas são a maior falácia que poderiam inventar. É adotada pela esquerda em geral e pelo movimento ativista negro em particular, que acredita que ações e responsabilidades de pessoas do passado são atribuídas a grupos de pessoas da atualidade com características raciais comuns.

Ou seja, justiceiros sociais é que são racistas.

Por essa ótica, segundo esses racistas o fato de brancos terem escravizado negros criou uma “dívida moral e histórica” entre esses dois grupos, que deve ser paga por quem hoje é branco para quem hoje é negro.

Essa análise fomenta as discriminações que vemos hoje, particularmente a reserva de vagas para negros em universidades e concursos públicos, sob pretexto de “acerto” dessa dívida histórica.

Mas se pararmos para pensar, se determinados grupos da humanidade fossem começar a compensar todos os povos escravizados ou injustiçados em toda a história, teríamos guerras em poucos meses.

Brancos também já foram escravizados por negros no norte da Africa. Ninguém fala sobre isso.

Outro exemplo de coletivismo idiota é no feminismo. Nas últimas décadas, as mulheres conquistaram o mercado de trabalho, ganharam mais liberdade para usar a roupa que preferem, conseguiram criminalizar a violência doméstica e convencer o marido a participar da troca de fraldas, justamente por causa da modernização das coisas e da amenização do trabalho antes considerado pesado, substituído por máquinas graças ao capitalismo.

Por que só agora essas questões de opressão entraram no debate público?Por causa de interesses políticos é claro!

Herbert Spencer, sociólogo inglês do século XIX, pode ajudar. Spencer dizia o seguinte: “O grau de preocupação pública sobre um problema ou fenômeno social varia inversamente à sua incidência real”.

Esquerdistas só querem que todos fiquem pobres e ignorantes pois assim conseguem dar migalhas em troca de mais votos para se perpetuarem no poder.

Isso porque segundo a praxeologia que é um estudo que tenta explicar a estrutura lógica da ação humana, diz que os fatores que levam as pessoas a atingirem seus propósitos, são incentivos ou interesses.

Mises diz:

“A ação é a vontade posta em funcionamento, transformada em força motriz; é procurar alcançar fins e objetivos; é a significativa resposta do ego aos estímulos e às condições do seu meio ambiente; é o ajustamento consciente ao estado do universo que lhe determina a vida.“

Agora, separar indivíduos por categorias e generalizar suas ações com base em esteriótipos, é uma atitude burra, até porque cada ser humano é diferente do outro e possui particularidades e interesses não inerentes só a sua cor, orientação sexual ou característica física.

Porém, se já sabemos que o ser humano é capaz de fazer tudo por esses próprios interesses.

Então porque fomentar a luta de classes e o jogo político, se sempre há segundas intenções por trás disso tudo?

Porque partidos políticos só querem voto e DINHEIRO roubado do trabalhador e do empresário por meio de impostos. MUITO DINHEIRO!

O próprio justiceiro social bancado por movimentos pró governo é egoísta quando está reivindicando algo que é do interesse dele, mesmo não se importando com pessoas que não concordam com sua opinião, e mesmo que não seja possível tirar o preconceito inerente ao extinto humano.

Movimentos sociais geram a premissa de que devemos ir contra todas as pessoas que pensam diferente do que o “pensamento coletivo” prega, o que nos aprisiona nos horizontes do pensamento individual e suprime a liberdade de expressão. O governo passa a ditar o que todos devem fazer. Isso deixa as pessoas com medo de falar qualquer coisa que é considerada banal ou até engraçada…

E mais, coletivismo te aprisiona exacerbadamente mais na parte em que você reivindica um direito, do que realmente te deixa livre para fazer o que você quer. Te aprisiona na ideia de que aquilo é bom para você, que você está sendo altruísta e está contribuindo para sociedade por meio do governo, porém está cada vez mais se enterrando contribuindo para esse sistema político filho da puta que escraviza o mundo todo.

Agora imagina se num ato de liberdade, você muda de opinião?

Você não quer lutar contra si mesmo, certo?

Seja livre para pensar e expressar o que quiser!

Só não force os outros a nada.

Libertarianismo é a chave.

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