Corra para os meus braços, fuja de seus próprios descasos e me abrace. Cante para eu dormir, arraste seus dedos nos meus cabelos mesmo que eles se prendam e não queiram mais sair dali, eu juro não reclamar.

Ria das minhas bobagens, me chame de tola, de ingênua e me deixe sofrer porque eu preciso ser aprendizagem, mas preciso de você ali para acolher todo o meu pranto. Sinta o sal sair de mim, deixe as coisas ruins saírem de mim, me deixa ser lágrima e quando eu termina de ser lágrima, me ensina de novo a rir.

Eu quero rir, eu quero você arrancando de mim aquela risada que me faz chorar e perder o fôlego e te gera uma preocupação, que logo se esvai quando você me pega olhando para você, com aquele sentimento de que não importa como, quando ou onde a gente sempre vai se pertencer.

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