
A realidade dos garis é parecida com de muitos trabalhadores: operários da construção civil, pessoas do campo, metalúrgicos, professores, agentes de saúde, carteiros, motoristas, assistentes de serviços gerais, etc. Pessoas que tem na aposentadoria a mínima segurança de garantir a subsistência futura, sendo que muitos ainda continuarão trabalhando para obter o básico à família, apesar do corpo marcada pelo cansaço e desgate do duro trabalho durante a vida toda.