Da Liberdade de ser aquilo que o seu coração quer que você seja
Escolher uma profissão na década de 90 era um pré-determinante para uma carreira longa e cheia de escalas até o sucesso. Era mesmo. Vivi a transição das Eras quando experimentei no Ensino Médio (1999–2001) o processo seletivo para estudar o curso que escolhi.
Optei na época em cursar Comunicação Social — Habilitação em Relações Públicas. A escolha era tipicamente algo libertador. No terceiro ano do Ensino Médio eu já sabia o que queria ser e com o avanço da Internet e de informações sobre a profissão que abraçaria estava mais tranquilo com o que “queria ser quando crescer”.
Escolhi bem. Foram anos de muito aprendizado, relacionamento e conexões. Crescer era realmente um verbo que compunha o meu cotidiano. E fui percebendo que a Universidade era um grande portal para buscas e descobertas. Vivi bons anos na Universidade.
O que o Coração não sabia era que com as novas tecnologias e os dias ficando mais curtos fazer uma coisa apenas era desafiador para o processo da escolha profissional. Fui buscando diversas alternativas.
E nos últimos 3 anos fui redescobrindo o que era o propósito e o legado que quero deixar para o mundo. Um mundo onde as pessoas podem escolher o que o coração/intuição desejam é libertador.

Então eu fui reescrevendo o que eu queria viver. E paguei um preço de experimentar novos processos e renúncias. O caminho do coração é extremamente passo a passo. Pode até haver um planejamento, mas ele acaba por fazer parte e não ser a espinha dorsal. Vivi diversas coisas. Eventos, celebrações, aprendizados e lições.

E fui profissionalizando em ser mais eu. A autenticidade é uma habilidade rara no mundo atual. Nos adaptamos, mas esquecemos de fazer a nossa essência prevalecer nos espaço onde estamos. Esquecemos do que somos rapidinho e pulamos para a fase de fazer o que o que as tarefas exigem. E o tempo se esvai.

Aquilo que realizamos deixamos de computar em nossas vidas. Quando escolhermos esse caminho do coração o importante é deixar fluir. Deixar acontecer. É libertador ser como o coração/intuição permite ser.


