29/1/2016

Um sorriso aberto no céu.

Um silêncio dentro do sim.

O nada em volta de mim.

Uma sensação de nós.

Um reflexo molhado no chão.

Chuva sol cerveja e razão.

Improviso assim pra partir.

Dias longos, duros, ásperos para sentir.

Fita o olho, fixa o olhar.

Teima a foto, traga o fumo, salta de lá.

Cansamente, a tarefa a rolar.

Tudo o que se quer, se deseja, é morar no sofá.

Um sorriso entregue: simples, na sua porta.

SP 29/1/2016

©Jean Boëchat

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