resquício de outra civilização que *comovimenta* sorrisos pedalados. empurrando íntimos pés em trocas de defeitos e chatices. brindes de corpos suados bebidos, não, copos suados embebidos de calor assumidamente naturalidade madura. horas e horas e horas, palavras palavras palavras, parecem não se cansar trocando receitas de amanhecer, com fome, é claro. afinal de contas quem tem fome, tem fome. essa coisa de super-herói e superpoderes e manter suas barrinhas de energia. afinal de contas, são grandes, as imensas responsabilidades. nós podemos, pelo menos, por um dia, ser heróis. ou voltar ao passado. ou voar. ou descer uma ladeira gigante de olhos fechados e vento no rosto como se na vida não houvesse perigo viver.

SP. 29/01/2015

Jean Boëchat, in #dasmadrugadas

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