Precisamos reiniciar este planeta.
Aline Silva
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Aline Silva é por causa dessa parte:

“Se eu pudesse escolher (sei que muitos pensarão “ainda bem que não pode”) começaria eliminando todo o tipo de “gente” que colabora apenas com o retrocesso.”

Pela minha interpretação de como o homem está vivendo, o retrocesso é inevitável. Esse inclusive foi o assunto do meu primeiro textos aqui, o retrocesso.

Somando essa minha interpretação com a certeza de que o homem tem sido uma praga sem controle no planeta, penso que — desprezando absolutamente a super-valorização da vida humana — o controle dessa praga seria um genocídio. Algo que certamente é um drama/absurdo de se cogitar, claro.

Nesse texto, digo que se “a escolha fosse minha” eu iria causar esse genocídio eliminando certos grupos de indivíduos que por sua conduta dentro da sociedade, agem como focos ainda mais destrutivos.

Eu não concordo com a “política de preservação da vida” que mantém certos indivíduos presos ao invés de eliminá-los. Não acho que exista qualquer possibilidade de readaptação social para um pedófilo, por exemplo. Não acho que um homem de 50 anos, condenado a 30 anos de cadeia, mereça ficar numa cela até os 80 sendo sustentado e mantido enquanto vivo, pela mesma sociedade que ele prejudicou. Não acho que um homicida que vai e volta pra cadeia mereça qualquer tipo de novas oportunidades. Etc…

Alguns indivíduos deveriam ser tratados com o mesmo sentimento que têm para com a sociedade: desprezo.

Nessa linha de pensamento, um genocida seria considerado um indivíduo que não merece continuar usufruindo a própria vida depois do dano causado. Logo, escolhendo o genocídio, mesmo que baseado na faxina mais do que necessária na humanidade, eu entraria automaticamente para a lista de indivíduos à serem eliminados.

Eu escolheria uma ação que a própria escolha condena.

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