As Piores HQs De Todos Os Tempos

X Men Dos Anos 90
Nos anos 90 os X Men foram verdadeiros Pop Stars. Venderam milhões, amparados pelo traço no mínimo “tosco” de Jim Lee. Saem de cena as ótimas narrativas de Chris Claremont, e entram num tom de novela das seis da tarde, das piores.

Apesar das ótimas vendas, chega a ser constrangedor ler aquelas estórias hoje em dia. Experimente.

Super Heróis da Image.
Num certo momento dos anos 90, alguns desenhistas badalados, inebriados pelo sucesso, acharam que eram roteiristas e criadores, saíram da Marvel e decidiram fundar a Image Comics.

A tão alardeada “Revolução dos Quadrinhos” deu com os burros n água. De repente o mercado de Hqs foi inundado por grupos de super heróis idênticos, amparados por roteiros paupérrimos . Paginas duplas e triplas viraram um clichê sem igual.

Ainda bem que a tal revolução passou rapidinho.

Os Eternos — Neil Gaiman e John Romita Jr.
O problema da genialidade e que você e obrigado a manter um padrão altíssimo para atender as expectativas. Quando Neil Gaiman, o homem por trás de Sandman, Anunciou que ia refazer os Eternos para a Marvel, os fãs fizeram uma festa que durou até o lançamento do primeiro volume.

Um Neil Gaiman pouco inspirado, juntamente com um John Romita Jr em seu pior momento, pegaram o conceito original de Jack Kirby e transformaram em uma sopa de clichês, simplesmente intragável.

Superman Elétrico
O Superman elétrico foi, definitivamente, a maior cagada que já fizeram com o coitado do Super.

O culpado foi nosso amigo Dan Jurgens, que deveria estar com problemas pessoais ou então usando drogas.

Durante a saga A Noite Final, o herói teve seus poderes drenados pelo Devorador de Sóis, o que fez com que suas moléculas passassem por um processo de evolução natural — eu juro que gostaria de saber quem é o autor das teses evolucionistas da DC. Com certeza ele deve odiar Charles Darwin ou então faz de pura sacanagem. Isso o tornou um ser de pura energia e, para poder manter seu corpo, Clark é obrigado a usar um traje de contenção e tem seus poderes alterados.

E ainda fica pior! Não satisfeito de ter avacalhado com o pobre Super detonando seus poderes, Jurgens se lembrou de uma das antigas historias do herói, na qual ele se dividia em uma versão Azul e outra Vermelha para poder resolver seus problemas mais facilmente. Nem Lois Lane entendeu….

Justiceiro, o Anjo da Morte.
Num arco de histórias ( controverso), o Justiceiro chegou a morrer depois de se suicidar , mas foi trazido de volta do inferno por um anjo, para que matasse outro anjo. Essa série foi simplesmente a pior coisa já feita com o personagem, trazendo para seu mundo “realista” um toque místico que não tinha nada a ver com nada.

Ainda Bem que Garth Ennis logo depois o trouxe de volta as ruas.

Spawn
Junte os piores clichês de Batman e Motoqueiro fantasma e misture com a arte absurdamente ruim de Todd Macfarlene e você terá o Spawn. Nem o esforço da santíssima trindade Alan Morre, Neil Gaiman e Frank Miller conseguiu salvar o personagem da mediocridade. Se eles não deram jeito imagine o resto…

Saga do Clone
Essa saga absurda quase destrói o personagem mais popular da Casa de Idéias. O inicio da saga inicia-se quando o Chacal procura criar um clone de Peter Parker/Homem Aranha e também de Gwen Stacy. Após tentativas frustradas, um primeiro clone é finalizado, porém, este começa a deformar-se, sendo rejeitado. Ele viria a se tornar o vilão/anti-herói Kaine. Finalmente, o Chacal obtém êxito e leva o clone a uma disputa contra o Homem Aranha original, que acaba saindo-se vencedor. O clone acaba se dando conta de sua situação ao ver Peter com Mary Jane, e então muda-se para Miami onde conhece o cientista Seward Trainner, e adota o nome Ben Reilly (Ben em alusão ao tio Ben e Reilly porque este era o sobrenome de solteira de May Parker). Esse verdadeiro carnaval deu um nó na cabeça dos fas vendeu bem mas com o tempo acabou com toda a credibilidade do Herói. Coitado do Cabeça de Teia.

Batman dos anos 50
Queda abrupta de vendas e a polêmica do psicólogo Fredric Whertam, afirmando que os quadrinhos eram uma má influência para as crianças e adolescentes americanos, forçou a DC Comics a reformular o seu personagem mais sombrio : Batman.
Saem becos escuros e gangsters entram Ficção Cientifica B e Batmirim. A mudança fez do Batman um personagem infantil e bobo, o que só se intensificou após a aplicação rígida do famigerado Código. Para tentar melhorar a situação do personagem, surgiram a Batwoman (1956) e a Batgirl (1961). O surgimento de personagens como Ás, o Bat-Cão, o Bat-Mirim foi o fundo do poço. Além disso, cada aventura do Batman se tornava mais e mais bizarra, com transformações em seres monstruosos, presenças espaciais e viagens a outros planetas. O personagem só voltou a ser algo legível nas mãos de Neil Adams no final dos anos 60. Graças a Deus.

Herois Renascem

a Marvel, diante da falência, decidiu reiniciar todo seu universo no crossover Heróis Renascem que foi lançada de 1996 a 1997. Essencialmente, a Marvel prendeu quatro das suas propriedades mais famosas, o Quarteto Fantástico, Os Vingadores, o Capitão América e o Homem de Ferro, em uma mini-dimensão, após suas aparentes mortes nas mãos da entidade psiônica Massacre. Isso permitiu que os escritores voltassem ao início e contassem novas histórias com esses personagens que eles não poderiam contar dentro da continuidade principal da Marvel.

Foi uma ideia decente. Porém, eles decidiram terceirizar essas histórias aos ex-funcionários Jim Lee e Rob Liefeld, que as transformaram em ridículas e descaradas paródias de si mesmas. As séries foram cercadas de histórias ruins e algumas das piores artes já feitas nesse meio. Isso foi tão ruim que a Marvel essencialmente teve que reiniciar seu universo DE NOVO apenas para que eles pudessem restaurar tudo ao status quo que era apreciado antes de ter começado Heróis Renascem. O que salva essa abominação foi que ela conseguiu restaurar as vendas da Marvel e salvou a empresa de um colapso financeiro. Bastou apenas um ano de pura dor e agonia por parte dos fãs.

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