CRIME PREMEDITADO

O sentimento apertou-lhe o peito
Depois como cólera o consumiu
Viu-se como um rato em becos estreitos
Quando na escuridão submergiu

Atormentado pela infindável agonia
De não ter o que não é seu
A dor logo tornou-se companhia
E de melancolia quase morreu

Cortou a distância sem cutelos
Retornou ao tão ansiado castelo
Prestes a cometer uma fatalidade

De peito vulnerável e braços abertos
Emanando amor e esbanjando afeto
A sangue quente, matou a saudade

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