Visual Merchandising e Arquitetura da Moda
Jéssica Ji Won Yang
5 sentidos ativados durante a visita:
Formas e texturas: percebemos no dia da visita que as formas são mais orgânicas, leves e tem a sua suavidade. E prestando atenção para as texturas, conseguíamos ver algo parecido com as esculpiam as pedras antigamente; com muitos detalhes e cuidado.

Cores: de poucas cores que vimos, o que chamou nossa atenção foi o prédio que ficava perto do Copan com cores suaves (rosa e azul bebê), algumas árvores com flores rosas, pétalas de flores caídas no chão e as pastilhas de chão coloridos com alguns detalhes de desenhos.

Luzes: haviam muitas luzes no local, mas o que chamou a nossa atenção foi o mapa interior do Copan, que era bem antigo mas tinha um ar mais rústico e retrô, não somente isso, mas dentro do prédio vimos uma cafeteria com a mesma ideia de mostrar algo retrô usando luz com forma de xícara de café, os letreiros antigos com informações do local e etc.

Sombras: a sombra que a nuvem fez, quando subimos no topo do Copan, é algo muito natural que vivenciamos todos os dias mas não percebemos.
Cheiro: o cheiro do café foi predominante desde o momento que entramos no Copan, por conta de ter muitos empresários, tem predominância de muitas cafeterias no local.
Ao lado temos a praça Dongdaemun design plaza, que fica em Seoul, Coréia do Sul.
Tem as suas estrutura orgânica, complexa e fluida, com curvas geométricas, com um movimento grande. O material utilizado nesse centro cultural é o metal.

Essa peça da coleção de primavera e verão de 2018 de Issey Miyake conversou bem com a arquitetura de Zaha.
No caso a arquitetura e a peça de roupa, vemos várias coisas em comum. Tem a fluidez, movimento, formas e silhuetas parecidas.
Além dessas semelhanças, vemos brilho e dureza, que o tecido passa que lembra essa arquitetura de Zaha Hadid.
