Aquele em que eu nasci

Dormir. Termo, situação, sentimento, ação, estado de espírito. Algo que, de fato, é tão dualista quanto inverno e verão. Tem os que defendem ser extremamente importante e os que falam que é perda de tempo. Os que simplesmente amam e os que odeiam mais que tudo. Alguns tem facilidade demais e tantos outros, de muito menos. Fazendo um mind maping sobre o ato de dormir, tantas coisas podem se encaixar. O sono, o relaxamento, o pânico, o escuro, a fuga, o descanso, a metáfora, o aconchego, a preguiça, o solitário, o investimento, a cobertinha, o calor.

Cada um pensa de uma forma, vive de uma maneira a função que é dormir. Felizmente (acho) tenho uma incrível, imensa e impressionante facilidade de dormir. Muito rápido, muito leve, muito pesado, só apagar. Quem me conhece, sabe e já viu de perto. Quem está me conhecendo agora, eu já me apresento e comento minha ~característica~ porque, né, sinceridade é tudo e gera mais empatia na hora que eu não conseguir mais prestar atenção no assunto porque estarei dormindo na mesa.

E antes que a pergunta chegue: não tenho narcolepsia, não tenho nenhuma doença que influencie da forma que eu vivo, sempre com sono. E esse estado de espírito, que em breve fará 25 anos, já rendeu umas muitas e ótimas histórias. Aqui quero falar sobre minha relação com o sono, com a cama, com o ato de relaxar na hora de dormir. Algumas situações serão cômicas, tem umas que geraram perrengues mil. Afinal, dormir é tão complexo, né?