Assédio moral e o chefe que não sabia demitir

Vivemos tempos complicados em diversas áreas. Desemprego, crise econômica, falta de clientes, vendas em baixa. Tudo isso pode ser fator para as pessoas estarem agressivas, radiciais e preocupadas. Não é sem motivo. Boa parte dos brasileiros não observa uma mudança na economia, pelo contrário acredita que vá piorar.

No entanto tempos como estes que passamos podem servir de desculpa para chefes autoritários mostrarem a que vieram. Ordens absurdas, comentários maldosos, preconceito e principalmente ameaças fazem parte do cenário onde diversos trabalhadores convivem diariamente. Tais aspectos são respaldados com a premissa que graças ao desemprego o trabalhador irá submeter-se a qualquer situação. Sabemos o mal que isso causa, indo da depressão até o suicídio.

Muitas vezes o chefe utiliza destes artifícios para coagir o empregado no intuito de demiti-lo por justa causa ou para dar uma justificativa para a demissão. Em outras ocasiões o encarregado se aproveita da fragilidade emocional que todos enfrentamos para obter vantagens as custas do funcionário.

Seja qualquer situação o trabalhador não pode deixar ser coagido pelo seu empregador. Existe uma relação de respeito entre ambas as partes, cabendo cada uma exercer seu papel de maneira onde a sinergia prevaleça. Do contrário poderá ocorrer problemas para a empresa e para o empregado, sendo a primeira obrigada a pagar indenizações e perder clientes e o segundo ficar meses afastado sem conseguir outro trabalho.

Nestes momentos de crise se deve dar voz a líderes que cativam os trabalhadores, assim todos poderão sair ganhando.

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