Muito obrigado pelas suas palavras. Vou ser sincero e te dizer que por pouco não deixei pra ler outra hora. Mais porque não estava muito disposto a encarar um artigo da folha como segunda leitura do dia — minha única leitura havia sido uma crônica sobre expectativa e nenhuma das minhas expectativas quanto ao que leria me pareciam agradáveis. Daí resolvi que era melhor ler logo, enquanto mais disposto do que depois de ler algumas outras abas que ainda estão abertas aqui no navegador. Então… eu queria dizer obrigado. Porque depois de ler o que tinha escrito na Folha, não tinha outra coisa no mundo que eu quisesse ler mais que não fosse a sua resposta.
Quando cheguei no terceiro parágrafo me dei conta do que estava acontecendo. E, se já não fosse suficientemente brilhante o fato de responder mais alto que a falta dos argumentos da outra, você estava fazendo um artigo melhor que o dela, no qual eu fiz questão de fazer uma nova visita depois de terminar a leitura por aqui. Gostaria de ser assinante folha apenas por hoje, para poder comentar e sugerir que ela lesse algumas dessas palavras, mas infelizmente não tenho nem crédito no cartão para fazer a gracinha momentânea. Então fica aqui, nesse (desnecessário?) falatório de minha parte o meu jeito (: estranho) de dizer que eu sou muito grato pelas suas palavras. Obrigado. Que o mundo tenha mais acesso às suas que às dela.
