Informação é tudo

Vivemos a era da informação, mas será que não estamos buscando notícias nos mesmos lugares de sempre?

Deixo aqui uma lista de sites que costumo ler para me informar:


Calle 2

A Calle2 é uma revista digital que se propõe a ter um novo olhar sobre a América Latina. Reúne destinos turísticos inusitados, pratos típicos, ruas e povoados pouco conhecidos e “pessoas e ideias que colaboram para a construção de uma América Latina melhor”.


Freak Market

O Freak Market é uma revista digital conceitual sobre cultura e arte urbana. O objetivo, segundo descrito no próprio site, é “trazer conteúdo de qualidade e com o toque de especialistas”.


Projeto Draft

O Draft é um projeto dedicado a cobrir a inovação brasileira e acompanha o impacto do empreendedorismo criativo e a “efervescência das startups”.


O viés

Revista independente produzida no interior do Rio Grande do Sul. Trabalha com a ideia de jornalismo a contrapelo, isto é, um jornalismo engajado com questões historicamente marginalizadas.


Ponte

Ponte é um canal de informações sobre Segurança Pública, Justiça e Direitos Humanos que “surgiu da convicção de que jornalismo de qualidade sob o prisma dos direitos humanos é capaz de ajudar na construção de um mundo mais justo”. A Ponte acredita que um jornalismo livre de compromissos econômicos pode dar maior visibilidade a questões que passaram a ser omitidas pela “mídia comercial”.


Think Olga

O Think Olga tem como objetivo empoderar mulheres por meio da informação e “retratar as ações delas em locais onde a voz dominante não acredita existir nenhuma mulher”. É um projeto criado para que as mulheres possam ter mais escolhas — foi pelo TO que nasceram iniciativas como a hashtag #primeiroassedio.


Jornalistas livres

O Jornalistas Livres diz ser uma mídia democrática, plural, em rede, pela diversidade e “defesa implacável dos direitos humanos”. Sua definição traduz exatamente os que seus artigos nos trazem.


Risca Faca

É como diz o próprio site: O Risca Faca é jornalismo, cultura, comportamento e um tiquinho assim de carimbó. O site publica grandes histórias, personagens interessantes, análises incomuns e faz questão de dizer que não é guiado pelo ritmo das redes sociais e não quer ser “ser sisudo nem cabeçudo”.


Nexo

O Nexo, que foi ao ar nesta semana, é um jornal digital feito com muitos nomes vindos de jornais tradicionais, como Estadão e Folha de S. Paulo. É feito para “quem busca explicações precisas e interpretações equilibradas sobre os principais fatos do Brasil e do mundo, com uma abordagem original”. O jornal funciona por assinatura: para acessar todo o conteúdo é preciso pagar R$ 12 por mês.


Aos Fatos

Aos Fatos é uma plataforma de cobertura diária dedicada à “verificação do discurso público”. O projeto quer checar se falas, documentos e peças publicitárias de políticos e personalidades são falsas, exageradas, imprecisas ou verdadeiras.


Fluxo

O Fluxo se vende como um “território onde repórteres, cinegrafistas, fotógrafos, editores e artistas podem explorar novas possibilidades para o jornalismo”. Com o escritório aberto no Anhangabaú desde o ano passado, o Fluxo produz streamings, reportagens, artigos e entrevistas.


Brio

O “BRIO” publica uma grande reportagem por mês com “histórias que tenham vida, mas mas que dialoguem com temas relevantes da agenda brasileira e mundial”. Os responsáveis pelo projeto acreditam que histórias profundas informam e engajam mais e se colocam como um contraponto às notícias rápidas e superficiais do jornalismo diário.

Para acompanhar estes veículos também, você pode seguir a minha lista “Notícias” no Twitter.

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