Penso que o primeiro passo pode ser reconhecer essas estruturas e de que modo nós as reproduzimos. É possível começar com uma decisão simples: Questionar quais histórias nos formam, quais interlocutoras/es, autoras/es e narrativas influenciam nossa compreensão do mundo e, então ir ao encontro do que desconhecemos e consequentemente ignoramos. Assim, talvez, ler autoras e autores negros seja uma maneira para iniciar essa caminhada.
“Mulheres, raça e classe” de Angela Davis, uma reflexão
Taís Bravo
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Com certeza!

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