Mensagens que o vento traz — perguntas a empreendedores e gestores públicos sobre a temporada de turismo em Florianópolis.

A empreendedores:

Se esse vento medonho ocorresse dia 28 de dezembro, com sua pousada/restaurante cheio, quais alternativas você teria na manga pra oferecer um mínimo de nível de serviço aos seus clientes?
  1. O gerador tá bem de saúde?
  2. Você seria capaz de dobrar o humor da galera transformando o ambiente em um jantar a luz de velas ou qualquer outra solução criativa e de baixo custo?
  3. Você tem pacotes de internet 3G para os hóspedes?
  4. Há um manual de procedimentos ou qualquer material informativo para clientes e funcionários sobre como lidar com a situação?
    Faça do limão um caipira!

Ao gestor público, outras questões interessantes:

1. Áreas com imensa concentração de turistas como a Barra podem ficar tanto tempo sem luz?

2. Mesmo sem ventanias, é comum que várias regiões da Ilha permaneçam sem luz e água por horas. Nesse sentido, há algum planejamento para a temporada que se aproxima? Se não, pousadas, comércios e restaurantes podem de alguma maneira obter uma previsão dos dias e horários em que potencialmente possa haver falta de luz e água para que eles possam organizar-se?

3. Há alguma previsão de evento meteorológico dessa dimensão para os próximos 120 dias? Se sim, há algum plano de emergência e comunicação?

4. As estruturas fornecidas aos quiosques de praia pela prefeitura são adequados? Essa resposta eu sei: não. Diante desse cenário, como ligar com os potenciais riscos à integridade física de credenciados e turistas?

Para as associações comerciais: há algum plano de reorganização contingencial de iniciativa dos próprios associados? Exemplo: limpar e desobstruir vias públicas sem esperar o “Estado” agir?
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