ÓRFÃ NÃO TÃO SÓ

Um soco no estômago, pode resultar ao Homem, uma contorção em nível de esperneios; Aquele esbarrão no dedinho do pé, contra móveis pontiagudos, um grito estrondoso; A faca afiada, passando a centímetros de seus olhos, uma agonia enraizada nas vísceras. No entanto, nada causa tanta dor, quanto aquela lágrima órfã, que escorre carregada de todas as chagas emocionais, contraposta ao vidro do ônibus, nos dias comuns aos mortais: Quando ninguém te vê... Quando ninguém sabe o que se passa com você... Quando a única solução, é deixar, o oceano verter mesmo, até cair sob a caixa de pandora, que vai bater, bater e bater, para que comece, tudo outra vez.

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