De Kardashian a Lispector

(Créditos: Montagem/Reprodução)

Um dia desses me deparei com um vídeo da socialite Kourtney Kardashian ensinando uma nova forma de comer Kit Kat, algo que a própria diz ser de “mudar a vida”. Várias pessoas lá fora já reproduziram os seis passos de Kourt, que já acumulam milhões de visualizações e centenas de críticas. Aí me veio toda a reflexão sobre a família Kardashian, que ganha dinheiro com livro de selfies, burburinhos sobre sua vida pessoal e a documentação dessa “vida fácil” em um reality show que já caminha para a décima terceira temporada.

Nesses tempos de vacas mais magras que as candidatas a Miss Universo, acredito que o clã está longe de conhecer a expressão “não tá fácil pra ninguém”. Muitos metem o malho na futilidade da família, mas acredito que eles souberam aproveitar os limões (sextape de 2003 com Kim Kardashian e o rapper Ray J, vazada em 2007) e fizeram uma limonada e tanto.

Onde tudo começou (Créditos: Reprodução)

Aos infelizes com o tema dessa semana, só lamento. Como Clarice Lispector, me sinto morto quando não escrevo. Não precisa ser uma reportagem necessariamente, por isso gasto esse montante de palavras e pensamentos através das redes sociais ou numa conversa com quem quer que seja. Vamos nos comunicar!

Nunca fui de gostar muito de gente que pouco fala. Prefiro o estilo extrovertido e escancarado a não saber o que se passa no mundinho daqueles seres lacônicos, quando não calados. É até desconfortável quando a conversa não flui porque alguém está fechado demais… Enfim, mas que seria fácil ser um Kardashian e fazer dinheiro em cima de qualquer coisa, ah, seria!

O jeito certo de comer Kit Kat (Créditos: E!)