Somos todos humanos
Gui Verdasca
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Faz todo o sentido, Gui. Observo muito disso nas nossas aulas de inglês da Plural. Pelo fato de valorizarmos as motivações e interesses dos aprendizes, mesmo que estejamos no modelo in-company num cliente que é escritório de contabilidade, somos capazes de obter muitos insights sobre o dia a dia dessas pessoas. De modo algum se limitar apenas ao universo de planilhas, impostos, leis, etc, garante que geremos empatia com esse público. Uma das coisas mais legais que observamos na última aula, por exemplo, foi o fato de uma das contadoras desse nosso cliente ter uma coleção de vinis dos Beatles :)

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