Curioso o texto.
Hugo Schayer Sabino
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De referência pessoal, estou para conhecer um alemão gentil e empático, de modo que não considero a Alemanha referência para tal apenas por ser um território europeu e sim quaisquer lugares não em específico onde as pessoas tenham um mínimo de empatia e gentileza. O relato trata principalmente sobre a capacidade de empatia das pessoas. No caso, receber bem contratantes, não fazer distinção de alcunhas como “serviçal” e de tratamento como em seu comentário. Estender uma gentileza à “parceiros” nada tem a ver com paparicação, bajulação, ou com o fato de ser “amigo” do contratante, da mesma forma que esperar por essa mesma gentileza nada tem a ver com “ego”. Se tu tem um buffet de casamento, com inúmeros convidados, qual o motivo de contratar ou comprar comida de outra origem para as pessoas que estão trabalhando no evento? Ter empatia, gentileza e achar que as pessoas que trabalham não são robôs e sim “ajudantes” num dia importante para ti são fatos que não excluem necessariamente nenhuma eficiência ou profissionalismo, meu caro.