Infantino diz que 48 equipas no Mundial deve-se a “razões desportivas e não económicas”

por João Moura Lacerda

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, defendeu o aumento do número de equipas na fase final do Mundial de futebol de 32 para 48, assegurando que a decisão foi tomada com base nos “méritos desportivos” e não para gerar mais dinheiro.

“Cada formato tem vantagens em termos financeiros, mas estamos numa situação confortável para tomar uma decisão baseada no mérito desportivo”, disse Infantino, em entrevista à cadeia de televisão britânica BBC publicada esta quarta-feira.

O presidente do organismo, no entanto, sustentou que a expansão vai aumentar a qualidade das seleções na prova.

“A Costa Rica eliminou a Inglaterra e a Itália no último Mundial [2014], uma boa equipa. E há muitas outras que poderiam chegar ao Mundial. Acredito que a qualidade pode aumentar, porque mais países vão ter que investir no futebol profissional e na formação”, referiu.

O Conselho da FIFA votou por unanimidade a favor da alteração do formato da competição numa reunião em Zurique, na terça-feira.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.