Tapioca é o novo hot-dog

Assim começa o café da manhã dos campeões

Após o sucesso do churrasquinho grego, de gato, milho cozido e pastel frito na hora o último hit da comida de rua é a tapioca. Com tanta roubada gourmet por aí, você ainda pode encontrar uma tapioca honesta por preços módicos, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) a de queijo custa R$ 2,50.

Os mercados também foram invadidos pela iguaria. É muito comum você encontrar estantes abarrotadas da farinha pronta para ir à frigideira. Os nutricionistas indicam, falam até que tapioca é melhor que pão.

Milho cozido? Churrasquinho de gato? Nada! Tendência mesmo é comer tapioca na rua.

Na década passada o hot-dog era o principal rango de rua da capital da república. Nos meus tempos de universitário o cachorro quente da Praça dos Três Poderes tinha uma sabor especial misturado ao suco Gummy — uma bebida exótica local — embalados por violão e intepretações nada convencionais de Legião Urbana.

Agora por onde você anda em Brasília, em qualquer esquina (sim elas existem), você encontra uma tenda vendendo a tal da tapioca. Esse lanche é tão famoso que já virou até manchete com político, para entender clique aqui.

Os nutricionistas dizem que PODE!

Como um homem da massa, eu também vou de tapioca. Estou totalmente integrado a esse costume tão nordestino e muito bem adaptado para a cultura de comidas de rua brasilienses.

Mesmo assim, de quando em vez, revisito os ilustres carrinhos de cachorro-quente candangos. Esse pessoal tem o dom de harmonizar a salsicha com a pasta de alho. Oi? Você nunca comeu hot-dog com pasta de alho? Deveria, mas isso eu conto em outro dia.

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