Mickey briga com Capitão América: Guerra Civil (ou como a Carreta Furacão Quase Acabou)

Diante desse momento de crise mundial, e por que não nacional, faz-se necessário uma análise sobre o que poderia ter sido a maior tragédia da Galáxia. Seria muito “noooooooooooooooooooo” para pouco Skywalker. No vilarejo de Ribeirão Preto, Mickey ficou com invejinha do gingado de Capitão América e pensa “nossa, para remelexer daquele jeito é preciso ter uma espécie de licenciamento. UM REGISTRO!”.

Perceba a frieza do Mickey

Movido pela inveja da sedusência do Capitão, Mickey pegou o próximo ônibus, que não tinha destino à felicidade - que pra mim é você - mas ia direto para a região mais letrada do Brasil: o ABC de São Paulo. Lá ele se encontrou com vários líderes sindicais e de partidos envolvidos em lutas para burocratizar aquilo que ninguém tem mais saco para fazer. Quando se encontrou com membros da alta cúpula de um certo Partido dos Trabalhadores, estavam todos altos. O Mickey não entendeu muito e perguntou “mas o que é isso?”, o chefe da sessão respondeu “-hic! Essa cúpula é alta -hic!”. Meio espantado, mas obstinado, o camundongo excessivamente feliz pegou as informações que precisava, pagou R$ 200,00 para alguém que ele não sabia quem era para fazer algo que ele não sabia o que e foi embora.

Ao contar seus planos para o Capitão América, ele dividiu a equipe da Carreta Furacão. Alguns eram a favor do registro de atividades, afinal de contas, tanta alegria e molejo tem que ser bem remunerada pelo Estado e também é preciso que os personagens da Carreta tenham sempre a quem se reportar em casos de acidentes, como atropelamentos infantis, esbarrões na hora do parkour, e engravidamento de jovens seduzidas(os) pelas quebradas de cadeiras. Popeye não pensou duas vezes e tirou a máscara e as calças, ninguém sabe por quê. Fofão não queria retirar a máscara, pois guardava um segredo, e se recusou a participar do registro.

Imagens raras de Fofão na sua intimidade.

Então, quando Mickey e Capitão América estavam a ponto de quebrar o pau, o motorista ligou o som, e eles resolveram a pendenga num concurso de dança. Mickey perdeu e isso fez com que ele se recolhesse à sua insignificância. Hoje o ratinho está bem; faz acompanhamento psicológico e gerencia a página Mickey Niilista como passatempo.

Siga em frente, olhe para o lado.

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