Pertencimento: ou o que Star Wars nos ensina sobre estar onde se está

Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia, e na grande maioria das vezes nadar contra a corrente só vai fazer com que energia seja gasta (desperdiçada — como queira). O fato é que, de um jeito ou de outro (e isso vai soar totalmente fatalista), as coisas são o que elas têm de ser, quer gostemos ou não. Outro fato é que algumas revoltas não levam a lugar e, nesses casos, seria melhor fazer uma pausa, sondar os sentimentos, e procurar entender quais são os papeis que podem ser representados em determinadas situações.

Esse é basicamente o dogma Jedi, que bebe muito do estoicismo grego, do taoismo e do confucionismo (se não conhece nada sobre essas doutrinas, vale um Google). Absolutamente todos os personagens que não souberam pertencer ao momento em que estavam vivendo não foram bem sucedidos em suas trajetórias. Muito sofrimento foi causado por falta de conformidade após uma leitura mais informada dos fatos. Pense nos sete filmes e perceba ivair a relevância dessa informação.

Talvez, a revolução verdadeira seja a busca incessante por entender o que pode e o que não pode ser mudado, ou o que está e o que não está sob o controle de quem pode declarar abertamente suas vontades.

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