Sobre o amor genuíno: o amor próprio

Independente de o que tenham te falado e tentado fazer você acreditar. Independente de vivermos em um mundo repleto de pessoas hostis que tentam te colocar para baixo, como forma de se autoafirmar e para se sobressair, o tempo todo. Independente de não conseguir atingir todos os planos e cumprir todas as metas que você impôs para si mesmo. Independente de errar, de fracassar, e até mesmo de desistir. Independente de (…)

Tenha sempre em mente que você fez o que pôde e que você faz o que pode, neste e naquele momento, e é assim que a vida segue.

Nem sempre conseguimos suprir a expectativa que temos sobre nós mesmos. E isso pode ser frustrante, mas precisamos aprender a lidar com a frustração de não sermos perfeitos. E por muitas vezes, precisamos nos perdoar. Nos olhar com carinho. Abraçar a nós mesmos.

Se nos respeitarmos e entendermos que temos limites e que agimos de acordo com as variáveis que nos cercam, perpassam e atravessam a nossa existência, conseguiremos nos enxergar com olhos amorosos. E assim como os outros precisam do seu amor, para conseguir distribuí-lo, antes você precisa dar a si mesmo (a).

Então, não hesite em acreditar e a aceitar como verdade:

Você é maravilhoso (a), uma pessoa especial e cheia de dons. Cheia de qualidades. Forte e capaz. Forte por conseguir viver em um mundo que às vezes não dá vontade. Capaz por tudo o que já fizestes até aqui.

Você tem direito a uma vida linda. Seja lá quem você for. Não aceite menos do que isto. E não esqueça: Não dá para passar a vida exigindo demais de si mesmo e se autocriticando o tempo todo. Precisamos viver da melhor forma que pudermos e aceitar a nós mesmos. Não dá pra levar tudo tão a sério. Respira fundo e relaxa!

No final dessa história, a gente morre…

Jóice Cristiane Bruxel

Psicóloga CRP-12/15179