A Música é a Definição de Liberdade

Your Lie in April

Música é, sem dúvidas, a definição de Liberdade.

A Música lhe oferece belos passeios. Por que não passear pela Primeira Guerra ao ouvir Pomp and Circumstance March №1 de Sir Edward Elgar? Ou que tal uma passeio pelo Leste Europeu, ao ouvir Tritsch-Tratsch Polka de Straus II? Quem sabe à Roma Antiga com Entry Of The Gladiators de Julius Fučík! Se vai à Roma, por que não um pouco mais atrás, no Mundo Antigo, com La Betulia liberata de Mozart? Um ataque aéreo na Segunda Guerra com The Ride of the Valkyries de Richard Wagner? Pode também visitar a Guerra Franco-Prussiana com 1812: Overture de Tchaikovsky. Ou uma taberna com vários amigos na Nona Sinfonia de Beethoven!

Mas por que limitar as viagens à vida real? A música também pode lhe levar a mundos inimagináveis. Tchaikovsky os convida para conhecer o admirável mundo de Nutcracker e a belíssima história de amor entre Romeo and Juliet. Mozart, com um dom inigualável, lhe transporta para o mundo de Fígaro em Le Nozze di Figaro, para um mundo onde tudo é um desenho infantil em Ah vous dirai-je, Maman (a tão famosa Brilha, Brilha, Estrelinha) ou para o mundo de magia de Die Zauberflöte (A Flauta Mágica) ou de Bastien und Bastienne. Mesmo depois de morto, Mozart ainda provoca viagens mágicas. É o caso de Mozart’s Magical Night. Há ficção científica também, Antonín Dvořák lhe leva lá com sua Sinfonia Nº. 9 in E minor. Saint-Saëns leva a um universo Lovecraftiano com Danse Macabre.

Por que, ainda, se limitar a viagens? Que ótimas sensações nos traz Mozart com Eine Kleine Nachtmusik, com seu Concerto para Oboé em C Maior ou com sua Lacrimosa. Como não dançar na sua cabeça uma valsa com Blue Danube de Strauss, bailar com Für Elise de Beethoven ou se remexer com a Rhapsody in Blue de George Gershwin? Que tal o ritmo flamenco de Introduction and Rondo Capriccioso de Saint-Saëns? Como não sentir o amor em cada uma das obras de Lizst? Impossível não sentir a alegria de Ravel em seu Concerto para Piano em G Maior! Ou a escuridão das obras de Mahler! Bach, com suas Paixões, nos aproxima de um Sagrado.

E nem precisamos ficar apenas nos compositores eruditos! Que tal a confusão de sentimentos e a agonia de Art of Life (x Japan). Ou as épicas canções que nos transportam a universos diversos dos alemães do Blind Guardian, em especial a emocionante The Bard’s Song (In The Forest). O relaxamento que somente o jazz de Miles Davis consegue provocar, ao passo que as paixões de Sinatra contagiam qualquer ouvinte. O Blues de B.B. King transporta o ouvindo para um mundo de tristeza por amores perdidos ou pelos duros dias nas fazendas de algodão, coisa que o Samba também faz com os Morros Cariocas.

E os hinos, então! Todo torcedor vibra com o hino de seu time! É transportado para um mundo onde lá seu time é imbatível, é poderoso, é todo aquilo que o hino cita. Hoje, em especial, todos somos transportados ao Hino da Chapecoense. #ForçaChape

A Música deixa o homem livre. Livre para sentir, livre para viajar, livre para dançar. Deixa o homem livre para passar os sentimentos que quiser através de notas, através de canções. Quando músico e ouvinte se encontram, então, dão asas à um universo particular de pura magia, à uma jornada que começa naquele espetáculo e lá se encerrará.

É por permitir tanta coisa, é por permitir que o homem se livre do seu dia-a-dia duro por alguns minutos, que Música é a definição pura e objetiva de Liberdade.

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