Os nomes, os homens.

Amo homens e os nomes dos amores,
amo namorar amores,
amo namorar os nomes e seus homens,
mas amarguro por todos os motes e marginalizo meu amor mesquinho.

Queimo os nomes e os homens em meu corpo,
mato todo amor em medo, 
mergulho em angústia e desejo, 
e penetro mina alma com nomes… meu corpo com homens…
amores…
medo.

Belo Horizonte,
14/04/2016

Like what you read? Give João Carreño a round of applause.

From a quick cheer to a standing ovation, clap to show how much you enjoyed this story.