Projeto de Sistemas

Blog 4: Modelo Anêmico VS. Modelo Rico

Na postagem de hoje vamos falar sobre o que são modelos anêmicos e modelos ricos, quais as vantagens e desvantagens de cada um e qual é o preferido da galera de TI.

No principio de um projeto de sistema, chegamos a fase em que temos que pensar e discutir a respeito da arquitetura e design que o software irá seguir. Nessa fase, é comum a escolha do tipo de arquitetura em camadas. Esse tipo nos ajuda a organizar a estrutura do código de tal forma que podemos separar os serviços em diversas camadas. Porém, na prática o que geralmente acontece é o inverso.

O que acontece é que, a separação das regras de negócio dos atributos do domínio acabam gerando códigos imenso e com uma dificuldade enorme de ser mantido ou ajustado futuramente. Por isso, esse tipo de arquitetura acaba sendo conhecido como modelo anêmico. Nesse tipo de modelo, possuímos uma classe apenas com os atributos e desprovida de qualquer comportamento e outra que possui toda a regra de negócio.

No podcast do dotnetarchitects, podemos analisar a opinião dos convidados que em sua grande maioria prefere a utilização de modelos ricos. Esses modelos ricos sugerem que objetos tenham atributos, e métodos que manipulam esses atributos, desta forma utilizando melhor o conceito de orientação a objeto.

Ouvimos também, na análise de um dos convidados do podcast, que o grande beneficio dos modelos anêmicos é a produtividade que ela trás no desenvolvimento. Em contra partida, a manutenibilidade de código se torna um trabalho árduo e estressantes para outros programadores, ou até mesmo para quem construiu.


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