A bomba explodiu

e não sabemos como segurar,

humanidade diz que evoluiu,

mas desse jeito, onde vamos parar?

Quantos mais prédios irão subir?

Quantas mais árvores irão cortar?

E a sociedade de consumo, cega e muda

segue não vendo, dá dinheiro pra indústria

que pro fim tá pouco se fodendo.

produzem e vendem, não importa o risco

obsolescência programada, gerando cada vez mais lixo.

Traímos nosso próprio berço, mãe terra

Inventando um mundo de mentira

e é por isso que o homem faz guerra

pois deixamos de amar, acreditando na ira.

Lâmpadas frias como os olhares,

daqueles que não olham mais o próximo,

apenas as telas dos celulares.

Sujaram o céu, a terra e o mar de poluição,

e depois se comovem

quando veem espécie em extinção.

Transformamos sentimentos em números,

e botamos em risco nossa saúde, nossa essência

remédios que fazem mal à saúde

e vendem como avanço da ciência.

Acreditando em deus ou não,

oremos pra que percebam

que dinheiro não mata a sede,

não se respira cifrão.

Se quer qualidade de vida,

acorde, pois começa em você a revolução.

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