No amanhecer

Sinfonia disritmica entre galhos

Sabiá, Anú, cigarra

Folhas e orvalho.

O frio

O cinza do céu

O sol do novo dia

em seu derradeiro sono.

No despir da noite

Árvores fazem da neblina um véu

Os seres diurnos esperam sua vez

Para mais um dia de sol, e céu.

Depois a noite vem

Com seu manto negro

Cobrindo de frio e estrelas,

Até que se dissipa novamente

Deixando essa beleza, encanto.

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