Exercício 1

É sete, e um Cabernet me joga aqui. Começo, essa jornada a qual chamo de neo, sempre com número. Não sei se o faço por hábito, pois é apenas a segunda neo-vez, mas toma já um padrão.

Sinto vontade figurada de vomitar, e escorre o vinho pelo poro de seu habitat. Entorpecido ou aveludado, seja lá como as linhas queiram que eu vá, sigo. Espero o quê ali na frente? Eu sei não. 
Questiono o tom, em demasiado clichè, mas em conclusão nem ligo, vou é pagar pra ver, assim mesmo em rima pobre e meta diálogo.
Stream of consciousness, they say. Oh!, um uau!

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