Novos passos da minha Jornada — Felipe Silva
Em três dos últimos 4 dias estive vendo/dialogando/observando/refletindo sobre tudo que captei em torno da revolução do Blockchain. Depois desse período, eu venho com um novo olhar, novas perspectivas e novas ações. Tem uma grande chave virando em mim. Ao mesmo tempo que intencionei a virada dessa chave, ela vai virando em um caminhar e ritmo próprios. Meu trabalho tem sido mais de tirar o que impede o seu giro.
Tivemos um papo, liderado pelo Taivan Muller, sobre Blockchain. Serviu a mim de forte esclarecimento. A coisa que vibrou mais forte após o papo é de que as potencialidades do Blockchain dependem totalmente de nosso esforço. Precisamos migrar, de forma consistente e contínua, do uso do dinheiro para o uso de moedas, tokens e outros usos do Blockchain. Parece simples, mas não é. Nossa programação social dificulta que entendamos algo que como uma folha em branco. Em tudo há um objetivo, uma instrução de uso, um dona, um governo, um sistema de certo e errado. Acontece que diante do Blockchain não tem nada disso. Perfeito, não?! Não é bem assim.
Vejo o Blockchain como ele é: algo infinitamente potente, capaz de impactar toda a visão que temos de mundo escasso. No entanto, existe um grande equívoco de quem se interessa no Blockchain, que é focar o olhar na ferramenta. Esquecemos de que nunca vamos olhar o Blockchain, mesmo que se passem milênios. Não existe Blockchain. Tudo que atrelamos ao nome “Blockchain” é um sentido criado em nós. É uma ideia que vive dentro de nós, e não fora. O que é o blockchain para mim? O que eu quero que ele seja? Por que preciso disso? O que faço com isso?
Não busque saber o que seja Blockchain. Crie o sentido. Crie do zero. Esqueça o que você sabe sobre Blockchain, se isso não fizer sentido para você. Repito, o Blockchain é uma potente folha em branco. Potente no sentido de criar realidades tipo: acabar com a pobreza no mundo. Tudo pode no Blockchain. Nem eu nem ninguém pode te ajudar nessa criação de sentido. Somente você pode. Lembre-se, não tem dono, não tem empresa por trás, não tem governo, não tem seleção, não tem concorrência, não tem especialistas. Tem eu e você, pessoas comuns, confusas, imperfeitas, humanas.
E aí que entra o trabalho que eu comentei de virar a chave. Talvez você não se interesse em criar Blockchain, ou até não possa se interessar por isso agora, por infinitos motivos. Eu não me preocupo com a miséria da raça humana, ou com a quebra da capacidade de suporte do planeta, mas eu me preocupo em estar rabiscando a vida de sentido e criando as realidades que quero viver. Hoje eu posso fazer isso com o Blockchain, e isso é um privilégio. Privilégio é responsabilidade. É trabalhar para que esses privilégios fluam de mim para a rede, gerando riqueza. Por isso, eu preciso vestir a camisa do trabalho mais significante do momento, que é construir e vender Blockchains.
Se faz sentido para você também, vem junto e vamos nos apoiando.
Escrito por,
Felipe Silva
