O melhor da vida é de graça

O que consegui cobrir do Festival de Curitiba sem gastar nada

Reportagem e Fotos: Vinícius Carvalho | Edição: Gabriel da Costa
Batucada foi um dos destaques do festival. Foto: Vinícius Carvalho

A 25ª edição do Festival de Curitiba aconteceu entre 22 de março e 3 de abril. (http://festivaldecuritiba.com.br/ ). Com o slogan “Queremos você nesta festa”, a organização foi criticada pelo alto custo dos ingressos. O festival é realizado com o apoio da Prefeitura, do Ministério da Cultura e patrocinada por grandes empresas. Cerca de 80% da verba foi garantida por incentivo público, via Lei Rouanet.

Durante os treze dias do evento, que existe desde 1992, a cidade recebeu atrações nacionais e internacionais. Observou-se a redução de espetáculos na rua, marca registrada do festival de teatro. Durante esta edição, procurei assistir ao máximo de peças possíveis, apesar de estar sem grana.

A caminho do Memorial de Curitiba, cliquei o artista de rua Javier. Na mesma noite, estive na Batucada, uma experiência única. Pela manhã, chorei de rir assistindo às peripécias de Ce N’est Pas Commode. Noutro dia, ao acaso, sentei em frente ao Paço da Liberdade. Logo pude acompanhar o Ensaio para uma poética do movimento, enquanto a performance interagia com o público e com a cidade. Titus Fúria, da companhia Trezencena, foi uma das peças mais politizadas que já vi, além de um belo espetáculo. Finalmente, encontrei Soyamax nas ruas, um artista que está viajando pela América enquanto exibe seu trabalho nas ruas.

Confira os registros:

Mais informações sobre os espetáculos e artistas:

  • Javier Alberto Vegas ( artista de rua )
  • Batucada ( https://vimeo.com/96786821 )
  • Ce n’est Pas Commode, teatro de rua ( http://compagnie-a-tiroirs.com/ )
  • Ensaio para uma poética do movimento ( https://agoracoletivo.com/projetos/sensaios-para-uma-poetica-do-movimento/ )
  • Titus Fúria ( https://www.facebook.com/trezencenateatro/ )
  • Soyamax ( https://www.facebook.com/soyamax )

Para ler mais sobre o Festival, acesse a reportagem por Heloise Auer.

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