Terapeuta! Como escolher?

A busca de um Terapeuta Holístico começa em reconhecer quando ele é, além de interventor de procedimentos ou facilitador, mas quando tornar-se caminho e instrumento de auto-realização de seu consulente. No decorrer da prática cotidiana o terapeuta será levado a perceber como a é sua postura equilibrada e, como a forma de dirigir suas atitudes e pensamentos pode interferir no seu cotidiano e, em conseqüência, no tratamento de seu consulente com profundidade e eficiência.

Uma mente bem trabalhada e bem equilibrada reflete-se no ambiente que a cerca e, evidentemente, contribui significativamente para a segurança e bem-estar do cliente/consulente, que sente, em seu terapeuta, o reflexo daquilo que ele mesmo busca para si.
O terapeuta estará sempre comprometido na busca de melhores opções e procedimentos que trarão alívio, em um primeiro momento e, depois, de forma objetiva, levar a solução das inquietações do consulente.
Em minha experiência, surgem casos, alguns parecidos entre eles, porém mesmo os similares podem ter causas diferentes na maioria dos casos. O melhor a fazer, é manter a objetividade na busca das causas mais profundas das suas aflições, das técnicas há uma gama de possibilidades e abordagens terapêuticas, então, se faz necessário um bom diagnóstico e assim, mais rapidamente e de forma efetiva eliminar a fonte geradora dos desequilíbrios apresentados pelo consulente. Quando se trabalha os sintomas haverá um bem estar rápido do consulente, que é desejável, porém há que se trabalhar também as causas mais profundas, seja ela de fundo espiritual, emocional, mental ou físico, com isso permitir uma estabilidade neste bem estar. Quando somente se trata os sintomas, em alguns casos, já é suficiente, mas a maioria só tem resultados significativos quando se trabalha suas causas . 
Creio ser uma necessidade fundamental a busca constante do aprimoramento de cada técnica, de cada ferramenta, tornando a terapia mais profunda e eficaz. Por isso as experiências e vivências dos casos atendidos permitem o desenvolvimento de novas técnicas capazes de atuar de uma forma mais abrangente e profunda, desta forma cumprindo um dos requisitos do terapeuta que é contribui significativamente para a segurança e bem-estar do cliente/consulente.
As ciências do espírito e da matéria têm avançado consideravelmente na última década como, por exemplo, a Apometria* que busca dissolver travas e causas que estão no fundo do inconsciente, como por exemplo, diversas formas de auto-sabotagem que muitas vezes estão ligadas a um passado existencial da vida atual e principalmente de vidas passadas. Outro exemplo é a Magia Divina: através da Magia Divina desagregar energias negativas intrusas nos campos vibracionais e magnéticos, com causa possível, tanto do próprio negativismo do consulente, bem como a desequilíbrios emocionais, ou de fontes exteriores, esta última, muitas vezes provocada por manipulação energética negativa por terceiros.
Enfim, um bom diagnóstico e ferramentas práticas permitirão ir de encontro as expectativas do consulente. Obviamente que o desejo íntimo de cura e a capacidade de mudança de consciência de cada um será ponto fundamental, pois sem essa mudança não há cura, assim gradualmente poderemos transmutar situações já não mais desejáveis para nossa vida. 
Cabe ao terapeuta aconselhar adequadamente aqueles que o procura, das posturas corretas diante da vida, como o perdão, e também recomendações fundamentais para sua elevação, tanto vibracional quanto consciencial. Assim consulente e terapeuta alcançarão bons resultados de uma forma contínua e permanente.

*A Apometria — do prefixo grego apo (além de) e do radical metria (medida) — é definida como um conhecimento que se propõem a estudar aquilo que estaria além das formas de medida convencionais. O termo está associado a uma prática terapêutica alternativa, de natureza espiritualista, consistente no desdobramento e na dissociação dos múltiplos corpos de que seria constituído o ser humano, mediante uma seqüência de pulsos ou comandos energéticos mentais.
A terapia foi introduzida no Brasil pelo farmacêutico e bioquímico porto-riquenho, Luis Rodrigues, que a chamava de “Hipnometria”, e utilizava a técnica de contagem progressiva para obter o desdobramento anímico controlado. Na década de 1960, foi sistematizada pelo Médico José Lacerda de Azevedo (1919–1997), no Hospital Espírita de Porto Alegre, que lhe trocou o nome para “Apometria”.
[José Antonio Terapeuta Holístico a mais de 10 anos.
Apometria Clínica, Magia Divina, Técnicas de Sincronicidade;
Formação em Apometria, Radiestesia e Radiônica, Florais, Astrologia, Magia Divina, Reiki entre outros.]
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