O mercado de almas da evangelização.

A bíblia, por meio do evangelho segundo Marcos (capítulo 16, versículo 15/16), diz que Jesus teria lhe dito para ir a todo lugar e pregar o evangelho para todas as criaturas. E aquele que não for convertido será condenado. Essa é a típica teoria do pecado original que fazem essas pessoas “conquistarem almas para Deus” através da evangelização de um povo.

Desde então alguns cristãos querem ter livre acesso para converter pessoas de diversos lugares do globo, inclusive os indígenas, com uma metodologia missionária de levar pessoas até os lugares mais afastados, com a intenção de traduzir a bíblia, pregar, converter e criar igrejas por todo o mundo. Por mais bonitinha que pareçam as intenções, não é bem assim que acontece.

De principio etnocida, as missões da evangelização também trazem o suicídio desse povo, assim como aconteceu entre os suruwahá, além de ataques de loucura, onde quiseram fazer um ritual de exorcismo contra um xamã no meio da Amazônia. Onde o intuito principal é de convencer os índios de largarem suas crenças e abraçar o evangelho, tornando-se crentes.

Através da evangelização há dinheiro, controle de territórios e poder envolvidos. Esse sistema regrado pelo capitalismo faz com que se possa “adotar” um povo onde você deve orar por ele, sendo sugerido também que você possa contribuir financeiramente para as missões de evangelização. A pretensão é bastante clara: expandir a ideologia religiosa para toda humanidade.

Então acabam com a laicidade do nosso Estado, promovem a violência contra essas minorias que acabam perdendo seu direito a crença e sua cultura. O fazem em nome do Cristo, mas no final os demônios estão nos outros.