Verdadeiro texto.
Lucas Versa
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Nossa! Que bela colocação! Na minha visão o erro começa lá atrás. Pra mim, o sistema ideal teria obrigatoriedade de todas as matérias até o término da primeira parte do ensino fundamental (4a série) e, a partir deste ponto, o aluno usaria os próximos 4 anos da segunda parte do ensino fundamental para direcionar seus estudos e conhecer áreas que possam talvez despertar um interesse maior. Para isso, haveria uma grade mínima obrigatória e matérias complementares que seriam lecionadas com um maior grau de profundidade. Ficando ao critério do aluno querer se aprofundar mais em matemática em um ano e em humanas no outro, por exemplo. Isso daria muito mais confiança ao estudante na hora de escolher sua carreira futura. Quanto ao ensino médio, acredito eu que apenas matérias da área escolhida devam ser lecionadas, com elevado grau de detalhamento mas, por outro lado, sem perder a flexibilidade do aluno caso deseja trocar seu direcionamento.

Para o vestibular, após todo esse processo, não será mais necessário aplicar uma prova naquele nível. Que seja aplicada uma prova, mas apenas para saber se o candidato está apto para a vida universitária.

Infelizmente, o sistema inteiro precisaria ser reformado. Não há vagas para tantos alunos na universidade assim e isso acaba gerando graus de competitividade elevadíssimos, como no caso de mais de 200 candidatos/vaga que já aconteceu para medicina na UNESP por exemplo.

Obrigado mesmo pelo comentário! Abraços!