Crônica de uma foda

Eu queria mais, queria mais língua, mais beijo, mais…

Ele já tinha levantado da cama pra colocar a camisinha, precisava fazer alguma coisa… eu me ajoelhei de frente pra ele e comecei a passar minha língua na barriga, no pescoço, uma mordida no queixo, nos lábios, o beijei sedenta, e pedi baixinho no ouvido: me chupa mais?

Ele me deu um sorriso safado em resposta, foi passando a mão nas minhas costas enquanto me beijava, me pegou pela bunda e me deitou de novo na cama, sem cerimônia nenhuma já foi direto com a boca entre as minhas pernas.

Eu perdi o foco, toda vez que a língua dele me tocava era um arrepio diferente, senti o gozo vindo. Nesse momento ele parou pra me olhar, devo ter feito cara de desespero, porque ele sorriu e voltou a me lamber, mais intenso, mais molhado… o orgasmo veio, percorreu todo meu corpo e partiu num suspiro…

Eu só pensava em dormir, na verdade eu não pensava mais, o que eu queria mesmo era ir embora.

Sabia que se não fizesse alguma coisa o sexo ainda ia demorar, antes que ele colocasse a camisinha, coloquei o pau dele inteiro na minha boca, bem fundo, até a garganta. Ele gemeu com gosto, mas tentou me tirar dali, continuei do jeitinho que ele gostava, ele começou a suplicar pra eu parar, queria me comer… não parei, e ele não aguentou: gozou.

Ele rolou na cama, me procurou pra um abraço, eu já estava de pé, calcinha vestida, calça na mão.

— Onde você vai? Fica! — Ele pediu.

— Já terminei, gatinho, tô cansada, preciso dormir.

Ele me olho confuso: — Dorme aqui comigo!

— Melhor não — eu disse, já com a bolsa a tiracolo, meio sorriso no rosto e chave do carro na mão — depois a gente se fala!

Foi minha vez de te foder. Divertido, não?

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