Oi André!
Primeiro, muito bom 'te conhecer'.
Gostaria de agradecer essas publicações em que, facilmente, encontro muitos anseios e questionamentos também meus.
Estou aqui pensando (e essa pergunta também estou fazendo a mim mesma): esse propósito que você fala, a essência desse engajamento, é mesmo fundamental para todas as pessoas? Você mesmo diz quase concluindo, que é como uma estrela no horizonte… (e eu não quero acreditar que seja utópico) mas quantas pessoas não descobrem o que faz sua alma vibrar no próprio 'trabalho formal'? Será que essa sede por aprender e 'viver uma vida que faça sentido' todos possuem? Eu me pergunto… porque entendo que muitas pessoas ainda estão em processo de descobrir, ou só querem a busca. Nesse sentido, será que seria possível muitos modelos de educação livre, para pessoas entre: as que 'identificaram seu propósito' e 'as que ainda não'? Não sei… estou refletindo também. O que você acha?