Reflexões sobre a publicidade da Vogue das Paralimpíadas

Além do “E daí?

  1. A motivação intrínseca é positiva, de forma que não tem preconceito, nem intenção de ofender, mas de divulgar o evento.
  2. O mundo precisa de mais empatia, e não falo com relação a se sentir como se estivesse faltando um braço e uma perna, mas com relação a olhar do ponto de vista do outro, como ele se enxerga e como enxerga os outros.
  3. Sem menosprezar o trabalho dos atores mas não é novidade que a renda dos atletas também vem — em parte — da publicidade, então por quê não fizeram o ensaio com os próprios atletas e os remuneraram por isso? A Dove é um exemplo, sempre deu um show com a publicidade ‘natural’, sem photoshop.
  4. Também vejo que os dois lados das críticas defende, na sua essência, os mesmos valores: o da igualdade e do respeito. E de certa forma abrem para uma outra discussão maior, que é a própria segmentação do evento.

Com ou sem campanha, vamos prestigiar um evento único que antes de tudo promove a união das pessoas em torno do esporte.

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