O dia da certeza

JP Romar
JP Romar
Nov 4 · 2 min read

Dormi. Acordei. Trabalhei.

Dormi. Acordei. Trabalhei. (no mesmo dia).

Duas formas distintas de trabalho. Um sendo até prazeroso, mas mais por obrigação. Outro por total prazer, e nada por obrigação.

Em um deles, foi como um dia qualquer.

Mas no outro revi pessoas. Beijei pessoas. Chorei por uma pessoa. Fui acalentado por pessoas. Ressurgi com as pessoas.

Valeu a pena dançar aquelas músicas disco no final da noite, às 3 horas da manhã.

Valeu a pena todo esforço, todo o prazer, todo o sofrimento, todo o trabalho.

Estendemos nossa bandeira, talvez estendamos de novo, talvez não.

Marcamos história. Uma brincadeira se tornou mais que isso. Passamos por cima de quem ousou se colocar como obstáculo. Gostem ou não gostem, vamos continuar incomodando, porque foi pra isso que nascemos.

Estendi a minha bandeira, revivi o ‘eu’ do passado, vivi o ‘eu’ do presente, consertei o planejamento do ‘eu’ do futuro. Passei por cima de tudo que havia de ruim na minha cabeça. Sentimentos, desilusões, expectativas. Estou de volta ao caminho, mas dessa vez nos trilhos certos.

Já não tenho porque temer o que eu temia, já não tenho que esperar coisas que nunca virão, já não tenho porque não viver o agora.

E que venha o agora.

“Considero covarde aquele que morre por medo de sofrer, e idiota aquele que vive para sofrer.”

-Sêneca

JP Romar

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