No fim, é tudo isso que faz de mim exatamente o que sou. O “e se” não me transporta para o passado e muito menos conserta meus erros. E quer saber? Não faz mal. Foi o que foi. E o que não foi, era porque não tinha que ser. Quem sabe a vida não tenha me poupado dores que sequer imagino? Deixe. Deixe que sigam os trilhos da maneira como há de seguir.

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