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Fazer uma “não-venda” é geralmente ruim. Fechar a porta para um segmento pode soar antipático ou ser sinal de arrogância por parte da empresa que toma essa decisão. Mas para a Patagonia, marca californiana de vestuário de montanhismo e aventura, que viu um de seus produtos virar uniforme de um público, digamos, desconectado de sua visão e valores de mundo. Foi uma decisão firme que reforçou o discurso da marca e confirmou a atitude.

No início de abril começou a circular um comunicado de um revendedor da Patagonia no qual se recusava a vender os coletes apeluciados para uma empresa…


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New Black Mirror’s release from Netflix, Bandersnatch have multiple ways to be watched. Multi-end movie, game or as what Digital TV was promised to offer in its earlier days: interactivity. It also brings what Netflix knows very well how to use in its favor — an algorithm. Script, timing, references, and context of the story seem to have been connected by the platform’s algorithm. Same as we have seen in Stranger Things, another Netflix original series.

First of all, do you know what Bandersnatch means? Bandersnatch is the name of a fictional character from British writer’s Lewis Carroll universe. …


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A nova produção de Black Mirror pode ser encarada como filme com múltiplos finais, como um jogo ou como aquilo que a TV Digital, há quase uma década, prometia oferecer: a experiência da interatividade. “Bandersnatch” traz também aquilo que a Netflix sabe muito bem jogar a seu favor, o algoritmo. O roteiro, a época, as referências e o contexto da história parecem ter sido todos conectados por obra do algoritmo da plataforma de streaming — assim como já vimos em Stranger Things, outra série original da Netflix.

Se assim como eu você ficou se…


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Photo by Alice Moore on Unsplash

Autonomous Sensory Meridian Response, mas pode chamar apenas de ASMR. O Youtube está cheio deles, o que pode parecer uma contradição, pois seria um vídeo para ser apreciado pelos ouvidos a ponto de massagear seu o cérebro e fazer sua nuca arrepiar. Esses conteúdos são produzidos invariavelmente por apresentadoras que exploram sons, ruídos de fricção, estalos e frases sussurradas (não sensuais) com o objetivo de relaxar o espectador e auxiliar na indução do sono, principalmente quem sofre de insônia.

Embora possa ser considerado uma febre no Youtube por quem queira chegar a um “braingasm” — um prazer cerebral extremo –…


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Foto: Cesar Lopes/ Arquivo PMPA

Quem dirige um veículo nas ruas de Porto Alegre certamente tem uma história de ódio para com a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). E certamente também ficou indignado com as notícias de uma suspeita de que agentes de fiscalização eram pressionados por superiores a multarem mais. Sim, a obter um maior volume de multas, tipo bater meta. Ou seja, seria isso uma fábrica de multas? Na teoria sim.

Eis que a reação do porto-alegrense médio “ah, mas essa EPTC tem que acabar! Onde já se viu? Tá na cara que é uma máquina de arrecadação do município!”. …


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No carro. No ônibus. No banho. Na academia ou numa corrida no parque. Em algum momento do dia você cruza com ele, o rádio. E já afirmo: das consideradas mídias tradicionais, o rádio foi quem melhor se relacionou com tudo o que a internet tem a oferecer. Enquanto jornal lida com a equação papel versus displays móveis, e a TV percebe segundas e terceiras telas roubando atenção de telespectadores de sua grade de programação, o rádio foi impulsionado e só tem a ganhar nessa relação com a internet.

Até o início dos anos 2000, ainda estávamos acostumados a consumir rádio…


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#ficaadica

Se a Anitta não lançar nenhum novo clipe ou fizer algum live bombástico pelas redes sociais até os últimos segundos do dia 31, fechamos o ano de 2017 com o tutorial do William Bonner em pleno JN como o último fato midiático. Que bela tensão entre os displays e o modo como as pessoas utilizam suas extensões [mobiles] pairou no ar naquela noite de 21 de dezembro. Vocês também perceberam?

Quando a maior emissora de TV aberta do país coloca seu âncora-master de jornalismo, no principal horário de noticiário nacional, para orientar o público sobre a utilização do smartphone para…


Uma coisa chamou minha atenção durante o UFC São Paulo, no fim de semana. E não foi nenhuma finalização ou nenhum nocaute de um dos competidores desse esporte, do qual pude conhecer aprender alguma coisinha com o Caju Freitas, colunista do jornal Zero Hora e apresentador da Atlântida, ainda lá em 2010, quando o MMA estava em franca ascensão no Brasil.

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Foi durante o combate entre Damien Maia e Colby Covington. No segundo round, um pequeno insert de rodapé na tela da transmissão provocava o telespectador a saber quem seriam os vencedores do card daquela edição do UFC — sim…


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Acabou! O rígido limite imposto pelo Facebook, de contar com até 20% de área de texto nas imagens de cards, foi derrubado. Finalmente o drama terminou. Essa regra valia para postagens patrocinadas com Facebook Ads, os chamados “posts impulsionados”. Publicações acima dessa porcentagem tinham sua publicidade cortada pela ferramenta do Gerenciador de Anúncios até então.

O legal é que o Facebook liberou mais texto nas imagens, mas não vai virar gandaia. As imagens ou artes carregadas de texto serão impulsionadadas, mas não terão a mesma performance de quem usar menos letras e palavras, se mantendo na casa dos 20%. O…


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Você lembra quando o Instagram era só foto, foto, foto e foto, né? Aí vieram os 15 segundos de vídeo, e no fim de março a empresa informou a ampliação para até 1 minuto de vídeo. A atualização do aplicativo no iOS já indica, inclusive, a possibilidade de combinar múltiplos clipes que estiverem no rolo da câmera em um único vídeo. Mas o que isso significa? O Significa que o Instagram saiu da zona de conforto. E com força. Perdendo terreno e adeptos para apps como o SnapChat, principalmente, que mescla fotos e vídeos de até 10 segundos que se…

Juliano Schüler

Strategist (Brand)+(Digital) | Creative (Planner)+(Copywriter) | MBA, Strategic Branded Content and Co-creation (PUCRS) | Building Brands with Purpose (NYU).

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