Dia 26 ou o dia do curto descanso

Shabat. Que alegria, curtir uma preguiça na cama, levantar mais tarde, tomar café da manhã com conversa e sentar na grama no sol com o pessoal e só ficar lá curtindo a moleza e o não-trabalho. Em dias bonitos como hoje, ficamos horas ali sentados, conversando, lendo, observando, cochilando, só deixando o tempo passar.

Fiquei das 11h às 13h assim. Foi ótimo, o tempo voou e a preguiça boa reinou. Como pausas são necessárias. Hoje, no caso, senti falta de uma pausa maior. Trabalhei das 14h às 17h no Café. É um turno curto, hoje, por acaso, também atrasamos, então saímos de lá só 17h30, mas o que pesa é não ter um dia inteiro de descanso. Tenho sentido falta de pausas.

O tempo do descanso foi ótimo, porém, muito curto. Lazer e descanso são muito necessários para a nossa vida. Costumo ter um ritmo frenético, já há um tempo tenho feito um esforço para não estar sempre produzindo ou sempre ocupando meu dia, aqui acho que finalmente senti que preciso de tempo sem programação e sem afazeres. Não porque tenho, pelo contrário, porque isso aqui é uma raridade.

O final de semana já passou e sinto que meu descanso foi curto. Não curto como a gente sempre pensa que é, querendo mais, sem vontade de segunda-feira, etc. Curto porque insuficiente mesmo, não tive 24 horas sem trabalho. São oito da noite e estou escrevendo este texto deitada já praticamente pescando. Esse é o quanto estou precisando descansar, isso porque ontem mesmo escrevi que não durmo antes das 22h. Toda regra tem exceção.

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